segunda-feira, 31 de maio de 2010

Contagem Regressiva.

Tenso. Contagem regressiva para 06/08/2010. Eu sempre fui super ansiosa por natureza e situações como essa me deixam em frangalhos. Durante o dia, no trabalho, procuro me concentrar para que não saia nada errado, converso com as pessoas para distrair da minha preocupação principal do momento: a viagem. Não falo com ninguém a respeito, porque penso que se falar, desanda. No começo, confiei em algumas pessoas e contei, aí fiquei sofrendo de paranóia pois acabei por me desentender com quem confiava tanto e pensei: ela vai querer me prejudicar de alguma forma e é tocando nesse ponto que pode conseguir. Mas por maior que seja a minha paranóia, é completamente injustificável uma vez que não podem fazer absolutamente NADA pra me prejudicar. Ninguém pode ter tanto poder assim. No meu modo de ver essa viagem já estava meio que predestinada a rolar, então, se é por Deus, a quem temerei? Podem tentar o que quiserem porque se o Pai disser VAI, não tem outra forma e eu acredito que Ele me botou nessa trajetória por algum motivo, devido a tantas que passei até agora por causa disso. Me lembro que em uma das reuniões que tivemos em fevereiro a respeito da viagem, uma integrante do grupo disse: não estou conseguindo dormir direito, comer direito, só pensando nessa viagem. Eu disse: Vá com calma porque se você for nesse compasso, quando chegar o dia da viagem estará sem condições nenhuma. E agora quem está nessa situação sou eu. Em alguns momentos eu penso: AAAAAAAAAIIIIIIII Meu Deus, tá chegando (com AQUELE frio na barriga). Outras vezes eu penso: e se o avião cair? Outros momentos eu penso: e se algo acontecer e eu não conseguir embarcar? Esse último pensamento eu afasto logo, porque não atrai nada de bom e não consta da minha programação, nem na de Deus, espero. Enfim, 67 dias...Meeeeeuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu DEEEEUUUUUUUUUUUUUUUUSSSSSSSS!!!!!

sábado, 29 de maio de 2010

Acompanhante de última hora.

Bem, depois de tudo encaminhado, graças a Deus meu filho foi efetivado no banco e conseguiu tirar 15 dias de férias no mês de agosto, sendo assim, o que ele decidiu: vai me encontrar em Las Vegas no dia 18/08. Pedi para o agente verificar o roteiro Las Vegas/New York, com data de partida não em 01/09 e sim em 30/08. Ficarei dois dias a menos nos EUA por conta disso, mas tudo bem, vale tudo pela companhia dele comigo. Ficaremos 3 dias a menos em Las Vegas também para podermos aproveitar mais New York, mas tudo bem. Vai dar certo. Tenho uma amiga que mora em Las Vegas, que já disse que está aguardando minha chegada para fazermos umas comprinhas em lugares bons e baratos. Vou ter que distribuir muito bem o meu tempo em Las Vegas para conseguir fazer todo o proposto. Temos que ir ao Grand Cannyon e a Hoover Dam, além do fato que precisamos conhecer Las Vegas na íntegra, são muitas atrações, muitos hotéis magníficos e muita coisa diferente para conhecer, não dá pra descansar nem fazer corpo mole, não. Bom, agora o que preocupa é o seguinte: Não dá pra reservar a parte aérea, somente bloquear. Nada se conseguiu ainda em termos de bloqueio de hotéis para ele, somente aérea. Dará tudo certo? Espero que sim, porque estou sendo bastante insistente no ponto em que quero ficar com o meu filho, tanto nos hoteis, quanto nos vôos. Está chegando o dia, faltam apenas 69 dias para a minha viagem e já está me dando tudo quanto é tipo de paranóia possível, sem contar que ainda tem a resposta do visto do meu filho, que estou vivendo de novo a expectativa que foi comigo em dezembro. Haja coração, estou extremamente tensa. Penso que se não passar por um médico pra tomar algum ansiolítico, chegarei a 06/08 louca, sem dormir e em frangalhos, só o pó.

Nova Realidade: Órfãos.

Bem, não preciso nem dizer como estava me sentindo. Aconteceu no dia 24/04 e dia 26/04 foi o aniversário do meu filho. Dia 25 de manhã fui ao velório e voltei arrasada. Na parte da tarde uns amigos do meu filho quiseram comemorar o aniversário dele naquele mesmo dia pois o dia seguinte, dia do aniversário em si, era segunda-feira e não daria pra fazer nada. Fizemos uma festa surpresa pra ele a noite. Senti algo altamente contraditório: Velei um amigo de manhã e comemorei a noite a vida do meu filho. É uma sensação espantosa. Nos dias que se sucederam a morte do Marcelo, fiz alguns contatos com o agente para ver como a coisa iria ficar, pelo seguinte: o Marcelo era o único que falava inglês fluente, o único que conhecia bem a região e todos os lugares "Elvis" do roteiro. E agora, José? O que faríamos, com quem e como? Eram as perguntas que não queriam calar na boca de todos, mesmo porque é um sonho há muito acalentado por todos do grupo e nós estavamos nos sentindo como órfãos, totalmente perdidos. O agente estava tentando dar seguimento a todo o roteiro e já estava fazendo alguns contatos com guias, dando idéias de motoristas para as vans alugadas (a que temos direito em virtude do pacote) porque até então quem ia dirigir eramos eu, Marcelo e uma outra pessoa do grupo. Tinha ainda a questão dos ingressos, que eu já havia comprado pela internet, em virtude da última conversa que tive com o Marcelo, apesar dele ter pedido para esperar um pouco. Fui orientando o agente, da forma como o Marcelo me orientou, peguei todo o roteiro que o Marcelo elaborou, e desenvolvi um trabalho de pesquisa de todos os endereços dos locais que o Marcelo incluiu no roteiro como visitação imprescindível. Conversando com o agente, ele conseguiu contatar um guia que já passou seu preço e vai acabar encarecendo a viagem. Esse guia quer elaborar um plano para o roteiro que será apresentado em reunião. O agente antecipou algumas coisas com as quais concordei parcialmente e outras não. Está tudo muito indefinido nesse momento, e faltam praticamente dois meses para essa viagem. Causa uma certa tensão, mas temos que aguardar.

ELVIS BURNING LOVE

A Imprevisibilidade da Vida.

No dia 12/04 fui visitá-lo no hospital e brinquei dizendo que na minha bolsa estava a "guinzo" prometida para o caso dele morrer (brincava com ele dizendo que se ele morresse eu o esfaquiaria inteiro para ter certeza que ele estava morto) e não nos levar para Memphis. Ele riu, estava aparentemente melhor e quis saber a respeito da viagem, a quantas andava, os ingressos e tudo o mais. Disse a ele que não era para ele ficar preocupado com isso, que era para deixar para quando ele saísse de lá. Muito bem, passada uma semana Marcelo já está em casa e num determinado domingo eu ligo para ele e falamos muito a respeito da viagem, de todas as aventuras que ele havia tido nos anos anteriores, das pessoas famosas ligadas a Elvis que tinha passado por sua vida e até que haviam comido em sua casa. Combinamos que na semana seguinte agilizaríamos de alguma forma os ingressos e que marcaríamos a reunião com todos os integrantes do grupo da viagem. Isso foi no domingo. No próximo sábado liguei a noite para ele afim de saber se havia uma previsão para a reunião. Meu Deus. Foi o baque dos últimos tempos. Uma mulher atende ao telefone, mulher que eu não conhecia, dizendo o seguinte: Você não está sabendo? Ele morreu hoje as 12:10. Eu disse: não, não estou sabendo, obrigada. Desliguei o telefone, simples assim. Atordoadamente liguei novamente e pedi desculpas a pessoa que me deu a informação. Conversei um pouco com ela, que acabou me contando detalhes do ocorrido. Não podia acreditar naquilo, era sureal demais. Nos últimos tempos eu havia estreitado demais os laços com ele, até filmes eu ia ver na casa dele, a ponto de dizer que era meu amigo, e que com ele eu falava uma linguagem que ninguém mais entendia: Elvis. Fiquei chocada demais, comecei a fazer algumas ligações, para pessoas do grupo, para o agente, enfim, todos que eu tinha o telefone. Quando liguei para um dos integrantes do grupo para avisar, esse foi o pior. Quando ele chegou na casa do Marcelo naquela tarde, era para tentar convencê-lo a se internar, e quando chegou, se depara com o Marcelo deitado no sofá e pergunta: ele está dormindo? Não ele está morto, responderam. Foi chocante demais pra mim, que ouvi esse relato, imagine para ele que estava visualizando a cena.

Pacote de Viagem.

Essa realmente foi uma etapa difícil. Eu cobrava o Marcelo a respeito de valores e ele me dizia que não havia como me passar nada pois não tinha ainda um agente para fechar. Foi nessa pegada o mês inteiro, até o começo de janeiro, quando anunciou que havia fechado com o agente e que a divulgação se daria no dia do aniversário do Elvis, no Memphis Burger. Lá fui eu pro Memphis Burger me reunir com os donos da agência de viagens e o Marcelo. Fechado o pacote, que incluía Memphis/Las Vegas (mais do que um dia pude sonhar) eles deram o prazo para pagamento até 24/02/2010. Nesse meio de tempo eu conheci uma mulher do grupo que depois de Las Vegas ia para New York. Pensei comigo: por que não? Acertei com ela que dividiríamos o quarto para podermos ir para New York juntas. Perto do dia em que fui acertar, as coisas mudaram um pouco e optei por ficar sozinha em New York, então o pacote ficou assim: Memphis de 07/08 até 18/08, Las Vegas até 28/08 e New York até 01/09. Perfeito. Depois do pagamento ainda faltava acertar os detalhes de ingressos para shows que são vendidos antes da data e que podem acabar rápido devido a demanda, correndo o risco de não serem econtrados lá na hora. O Marcelo fez a festa de seu aniversário no dia 20/02 e combinamos que depois disso correríamos atrás de todos os detalhes. Muito bem. Marcelo tinha uma exposição na cidade de Bauru em março e ficaria uns 20 dias. Quando voltou, não queria falar com ninguém. Depois fiquei sabendo que ele estava com problemas extremamente graves e que a pessoa de Bauru além de tudo, não pagou o prometido. Ficou doente em Bauru mesmo e chegou em São Paulo, depois de alguns dias, foi parar na UTI, com os pulmões cheios d'água.

O Visto.

Essa foi a pior parte: a tensão do visto. Agendei minha entrevista para o dia 15/12/2009 e comecei a entrar em pânico. Cada vez que pesquisava sobre o assunto na internet, mais nervosa ficava, pelas negativas que as pessoas levavam cada vez que faziam a entrevista. Eu pensava: Meu Deus, será que vou nadar até aqui pra acabar na praia. Não é possível. No dia da entrevista acordei cedo. Tinha que atravessar a cidade, deixar meu filho no trabalho dele e rumar para o Consulado que era por perto do banco que meu filho trabalha. Fiz escova no cabelo, coloquei um terninho preto básico com um scarpan, e lá fui eu com toda aquela documentação. as 07:20h da manhã eu já estava na porta, sendo que o horário da entrevista era 08:30h. Passei por aquelas filas imensas até chegar no guichê principal. O entrevistador colocava um monte de impecilhos para a pessoa que estava na minha frente, e pensei: Meu Deus...e agora? Por um momento senti até o cheiro de Jovan (perfume do Elvis) e disse pra mim mesma: você começou a surtar feio agora. Chegou a minha vez: o entrevistador foi muito simpático desde o começo, fez perguntas pertinentes, e com relação ao meu filho quis saber um pouco mais. Acabando as perguntas, ele que até então só mexia no computador e não tirava os olhos da tela e dos meus olhos, virou-se para mim e disse: VISTO CONCEDIDO. Noooooosssssaaaaa! Saí de lá com o peito cheio de alegria e com o corpo dolorido de tanta tensão. A pior etapa já havia sido concluída e agora eu já podia respirar. Liguei para o Marcelo no mesmo dia e comuniquei o fato. Ele me dizia que não havia motivo de ficar tão tensa assim, uma vez que a nossa faixa etária não é de risco. Ok...já estava com o visto agora o próximo passo era fechar a viagem.

O Destino.

A sensação que eu tive com o encontro com James Burton é que a partir daquele momento eu fazia parte da história, parte da vida do Elvis (meio que por tabela). Não consegui passar mais um dia de minha vida sem ouvir suas músicas e meu pensamento estava com ele e suas histórias o tempo todo. Comecei a imaginar como seria maravilhoso conhecer Memphis. Falei a respeito com meu filho e com meu sobrinho e eles me deram total apoio. Mas como? E grana? Essa é uma outra história. Comecei a pesquisar na internet a respeito de hotéis, aéreas e valores. Depois, fiz uma busca como "caravana" no google e aí qual não foi minha surpresa quando me deparei com um nome conhecido. Marcelo Costa estava dando uma entrevista aonde dizia que estava levando uma turma para Memphis, (isso no ano de 2007) era uma entrevista velha. Marcelo Costa eu conheci no dia do autógrafo do James Burton e me apresentaram em um determinado momento como escritor de um livro a respeito de Elvis. Revirei a internet atrás de algum telefone ou email para contato, até que consegui achar o que queria através de uma página do Orkut. Liguei várias vezes e ninguém atendia. Até que um certo dia a mãe dele atendeu e pediu para ligar mais tarde. Liguei e consegui falar com ele. Me contou tudo a respeito da viagem, de como ele organizava desde 1986 viagens para Memphis e que estava a dois anos sem fazer a viagem por causa de sua doença (insuficiência renal). Disse que em 2010 faria a viagem e que eu era a primeira da lista. Isso foi em setembro de 2009. Então, comecei a agilizar a documentação: renovar carteira de motorista, tirar segunda via de R.G., passaporte, etc...



Me and James Burton! Thanks Alex!

Meu encontro com James Burton.

Chegou o tão esperado domingo, 30/11/2008. Me arrumei e saí de casa as 14:00 rumo ao The Clock. Cheguei cedo no bar, pois a previsão da chegada dele era por volta das 17:00h. Eu não conhecia ninguém naquele lugar e estava ansiosa demais. Fiquei no balcão tomando um chopp e conversando com o garçom enquanto aguardava. De repente começou uma agitação. O garçom já havia cantado a bola de qual mesa ele se sentaria. Ele entrou e foi direto para a dita mesa. Ele estava acompanhado do Alex e banda e quando se aproximaram da mesa, perguntei ao Alex se poderia me sentar com eles, que respondeu afirmativamente. Me sentei, James se sentou e os demais também. A essa altura eu estava petrificada. Na minha frente não estava nada menos do que uma lenda viva, que conviveu durante 7 anos de perto com o meu maior ídolo. De repente se formou um tumulto ao lado da mesa e eles foram obrigados a se levantar e mudar de mesa. Mas antes disso, eles entraram no camarim e eu fiquei chorando do lado de fora igualzinha a uma criança, com medo de não poder vê-lo de novo ou conversar com ele. Mas fui tranquilizada pelo segurança, que disse que ele sairia dentro de instantes. Aguardei mais um pouco e ele saiu. Sentou-se em uma mesa e fizemos uma fila para falar com ele e tirar fotos. Quando chegou a minha vez, comprei uma foto dele com Elvis que ele estava vendendo para sua Fundação Beneficiente e tirei uma foto com ele. Perguntei a ele se iria tocar pra gente naquela noite, ele disse que sim. Fiquei extremamente feliz e esperei. Ele subiu no palco e arrasou com Johnny B. Good e algumas outras. Na saída consegui um beijo, mas ele não permitiu que fotografasse. Nos dias seguintes fui adquirindo vários DVD's que o meu bolso permitia no momento e os livros Elvis e Eu e também o livro Elvis What Happened? que foi extremamente difícil encontrar, bem como uma apostila baseada na numerologia do Conde Louis Hamon (o Conde Cheiro) que era livro de cabeceira de Elvis.

Lacuna sem Elvis.

Fui obrigada a conviver longe do meu ídolo desde então. A vida continuou, trabalhei, tive filho e os anos se passaram. Em novembro de 2008 eu estava muito triste com alguns acontecimentos de ordem pessoal bastante sérios, foi quando meu filho (18 anos na época) se aproximou de mim as 09:00 da manhã do dia 22/11/2008 com seu MP4 na mão, dizendo: mãe, olha só o que eu baixei no meu MP4! Quando ví, fiquei estarrecida. Lá estava ele, com sua jumpsuit branca, cantando Burning Love (show Aloha Hawaii 1973). Fiquei chocada, não sei definir o que senti naquele momento, foi um misto de espanto e alegria, como se algum bloqueio tivesse sido liberado em mim. Perguntei a ele onde tinha conseguido e como fazia para baixar. Fiquei no computador das 09:30 da manhã do sábado até as 02:30 da manhã da segunda-feira, só me levantando para necessidades vitais. Naquela semana ele já me deu seu MP4 e eu já fui trabalhar ouvindo todo aquele excelente material que eu nem sabia que existia, com tão boa qualidade assim. Durante a semana comecei a pesquisar algumas histórias a respeito dele na internet, e muita informação obtive através do geoticies (não existe mais, agora ele tem um blog) de Pablo Aluísio.Por volta de quarta feira adquiri um DVD Elvis In Concert que chegou na quinta e a noite chorei todas as lagrimas que podia com o DVD. Na sexta-feira fui surpreendida com uma notícia que eu mal podia acreditar e que me deixou eletrizada: James Burton, guitarrista do Elvis estaria no Brasil naquele final de semana e no The Clock Rock Bar para uma tarde de autógrafos no dia 30/11/2008. Entrei em desespero, pedi para meu filho me acompanhar (pois tem inglês fluente) mas ele disse que não podia. Aí disse a mim mesma: Vou, com meu inglês pobre ou não, conseguir conversar com ele, tirar fotos, dar beijo, barba, cabelo and bigode. Coincidências não existem. Tudo aconteceu na mesma semana, foi demais!

jornal nacional anuncia a morte de elvis presley

ELVIS ... MINHA INFÂNCIA.

Tinha apenas 9 anos e já dançava as músicas de Elvis, obviamente escondida do meu pai, porque ele detestava tudo que se relacionava a ele. Lembro como se fosse hoje, na época eu estava com 12 anos, o anúncio de sua morte feito pelo Cid Moreira, chamando o correspondente internacional Hélio Costa, que estava fazendo a cobertura da matéria. Chorei todas as lágrimas que tinha, fiquei doente. Eu tinha uma coleção de recortes de várias fotos dele na época, que eu guardava com muito carinho, e por ocasião da morte, meu pai me flagrou chorando no meu quarto com essa minha coleção. Ele me bateu e rasgou tudo o que eu tinha de mais importante na vida, me proibindo de ouvir as músicas dele ou ter qualquer coisa que se relacionasse a ele dentro de casa. Meu mundo desmoronou mas tive que aceitar.